Ele desconfiava que os pobres coitados jogados na calçada não passavam de um trio de bêbados, que alegremente, congelariam naquele frio de renguear cusco.
Parecia um detetive cheirando os pobre mendigos na rua: ''é vodca!" - alegou. A vodca possuía um imposto alto, o preço estava sempre subindo.
Considerava-se que três era o número da sorte numa garrafa, em termos de prudência econômica e efeito desejado.
Era um perfeito exemplo de comunismo primitivo.
- Uma linda tarde! - comentou ele, desdenhosamente.
Luciano era mais velho que os outros, um judeu de caricatura sob o disfarce de um capitão de milícia.
Ele não tinha a menor simpatia pelas pessoas.
Para ele, o importante era fazer uma grande encenação.
A aparência era seu grande objetivo.
Era repugnante, grotesco, estúpido e esnobe.
Sentia a necessidade de fazer com que as pessoas ao seu redor parecessem inferiores.
Dentro de mim, explodiam os piores sentimentos que o ser humano poderia ter.
Não me segurei na última vez em que o vi e falei: ''Eu nunca disse que os porcos não eram necessários. Eles lidam com todo tipo lixo social''.
Há ocasiões de alívio e triunfo em que as palavras não são necessárias.
Papo rápido no uatizape.
Há 3 semanas