As lembranças do passado nada mais são do que lenitivos para amenizar as insanas doses de saudade que sentimos das pessoas que amamos ou de momentos que marcaram as nossas vidas, e que, por sinal, nunca haverão de me deixar deprimida e angustiada. Servem, na verdade, no meu íntimo, como uma força a mais para viver neste mundo conflitante e cheio de desigualdade social.
O discípulo deve buscar incansavelmente ser melhor do que o mestre (me refiro aos nossos pais ou superiores responsáveis) para que haja as transformações necessárias na humanidade. O passado nunca deve ser dor, tristeza. Deve sim, ser força. É transformar saudade em energia positiva para que possamos ganhar com as lembranças, com os momentos marcantes que nos trouxeram tristezas e alegrias.
Tenho medo do tempo. Ele está passando tão rápido que acabamos não percebendo esta dimensão e esquecemos de cumprir a missão de sermos ''semeadores do bem''. É aquela questão do ser humano não estar, atualmente, administrando o tempo como deveria e o quanto isso está prejudicando seu crescimento interior.
Enquanto não tivermos domínio de nosso tempo diário, estaremos propensos a aceitar tudo desta sociedade ambiciosa.
Papo rápido no uatizape.
Há 3 semanas