Gosto de analisar histórias alheias e cotidianas. Buscando sentimentos que fingimos não existir. Querendo ou não, a lembrança sempre vem numa noite sem luar.
Sua presença significava segurança num mundo que me ameaçava; quando me sentia perturbada, era para ela que me voltava, querendo que me explicasse o porquê disso; ela não podia, mas em compensação, me dava consolo; foi ela quem me fez tomar leite e comer arroz-doce...