Gosto de analisar histórias alheias e cotidianas. Buscando sentimentos que fingimos não existir. Querendo ou não, a lembrança sempre vem numa noite sem luar.
Não revelaria como detestava a idéia de passar o resto da noite sozinha, porque isso seria o mesmo que confessar a necessidade que a surpreendia por sua intensidade. Queria tê-lo a seu lado não só pelo alívio que seu corpo podia proporcionar, mas por algo mais. Sua presença, poder abraçá-lo... Isso era o bastante.