sábado, julho 18, 2009

Amanhã.

De qualquer forma, não estava disposta a esperar muito para tê-lo. Não podia esperar. Estava perturbada pela lembrança da boca sob a dela, do toque das mãos másculas em sua pele. Imagens do corpo sinuoso e macio a atormentavam a ponto de distraí-la, e não permitiria mais que ele se mantivesse distante.

Deixaria-se aconchegar entre aqueles braços. A noite era fria e sentia-se congelada. O calor de seu corpo másculo a envolveria, provocando uma sensação de conforto e segurança. Ele ainda não confiava nela, mas isso não parecia ter importância. Não essa noite.