segunda-feira, maio 03, 2010

O perfume que andava com o vento pelo ar.

Chovia muito naquela manhã e Francisco não se deixou levar, como tantas vezes antes, pela preguiça.
No café-da-manhã, ele comia peixe com morangos. Depois, saía para caminhar. Ninguém traía a solidão voluntária de Francisco.