Uma mulher elegante será mais ou menos condessa, confessa do império ou de ontem, condessa da velha estirpe ou, como dizem em italiano, condessa por polidez. Mas quanto à grande dama, ela está morta com toda a sociedade grandiosa do séculos passado, junto com o pó-de-arroz, as moscas, os chinelos de salto alto, os corseletes apertados enfeitados de um delta de nós. As duquesas passam hoje pelas portas sem que seja necessário fazê-las alargar para as suas saias repolhudas. Enfim, o império viu os últimos vestidos de cauda!
Daí a mulher que é duquesa, apenas no nome, não possui nem carruagem, nem criados, nem camarote no teatro, nem tempo ocioso; não dispõe de um apartamento em seu palácio, nem fortuna, nem bibelôs.
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Há 3 semanas