sábado, junho 20, 2009

And then somebody said hello to me.

Por um lado, eu tinha certeza de ter sido a causadora de sua aparição naquela noite.
Por outro, ele apresentara um motivo lógico para ir lá: conhecera pessoas na cidade. Talvez fosse coincidência. Não, não era. O medo e a curiosidade me dividiam, mas a curiosidade era mais forte que o medo. Decidi tentar invocar a manifestação dele mais uma vez, e nessa ocasião não deixaria nada ao acaso. A experiência seguinte me daria toda a certeza de que eu necessitava.

Mesmo assim.

Febre alucinógena.
Pessoas chamando em plena escuridão, madrugada.
Suór.
Sob seis cobertas quentes e pesadas.
Levanta-se, fraqueza.
Desmaios.
Pelo caminho, o tio do churrasquinho ouve música campeira.
Lembranças da infância.
Estrada sem mato, nova paisagem.
Cigarro, Ricardo, risos.
02:21 am.

segunda-feira, maio 18, 2009

Preciso de algo mais doce.

Esta ferida um dia irá cicatrizar?!
Preciso completar a minha metamorfose, sair do casulo e viver como borboleta, viver a metástase. Com as mudanças de nossos hábitos e de nossos valores conseguiremos aproximar a alma do espírito e viver a harmonia interior. Mas como? Como posso viver sem pensar nele? 

terça-feira, maio 12, 2009

Acusações Baratas

Ela não chega a ser exatamente um monumento à beleza.
"O que é, então, que te incomoda nela?"
São tantas coisas que não sei por onde começar.
"Dê uma razão ao menos. Comece pelo que mais te incomoda".
Comecei dizendo que ela falava mais do que o solicitado (e do que o esperado) pelos circunstantes, e quase sempre num tom de voz desagradavelmente alto: o volume da voz daquela guria está dez decibéis acima do limite tolerável pela Organização Mundial de Saúde - certas vezes surpreendo com uma maldade inexcedível.
"É o tom de voz, então, que te incomoda?"
Não. É mais do que o tom de voz: é a presunção, a falta de autocrítica, a ignorância pretensiosa... A farsante consegue impressionar todos (menos a mim) com o suposto "alto nível" dela... Ela sugere nas entrelinhas que sua "cultura" (entre aspas, é claro) tem extensão e profundidade oceânicas, mas na verdade não passa de um desses riachos que a gente atravessa com água pelo joelho.
"Cruzes, que fúria contra a coitada! Tu não está exagerando?"
Ignorei este comentário. Parei um pouco e completei: também me irrita a forma como ela massacra as pessoas.
Finalmente, estava revelada a chave capaz de decifrar aquela minha fúria um pouco excessiva (confesso) contra a moça (veja, fui mais doce ao chamá-la, dessa vez).
Ela me incomodava por isso: por "massacrar" as pessoas.
Mesmo doce, sei ser quase desumana na defesa das minhas lealdades. Contra os inimigos - digo algumas vezes, - temos que esgotar o estoque de críticas justas, e depois, lançar mão das injúrias e infâmias!
É o que eu faço agora contra a rapariga (como diria minha avó): o mal dela é que ela se comporta como se tivesse 20 centímetros a mais e 20 quilos a menos.
Vou pular toda essa minha raiva e ir direto à moral da história: um saldo bancário sólido enche de ternura o coração de algumas mulheres.
Camuflei o sarcasmo com um tom judicioso como de costume.

quinta-feira, abril 30, 2009

Um capuccino, por favor.

Ontem pela manhã (passava das 8 horas), fui à padaria tomar um capuccino. Decidi ir sozinha. Sem que ninguém soubesse. Precisava de um tempo para mim.
Sentado na mesa perto da janela, um rapaz me chamou a atenção. Resolvi sentar na mesa ao lado. Ele era encantador.
A polêmica por causa da verdadeira cor dos olhos dele determinou o surgimento de três correntes que divergiam furiosamente a minha mesa. Considerava-os "obviamente verdes", ao mesmo tempo, aferrava-me à tese de que, na verdade, eram azuis (talvez um "azul-água", o que não passava de uma forma de aceitar que eram verdes); contradizendo meus pensamentos anteriores acreditei: os olhos dele eram de cor violeta, como os de Elizabeth Taylor.
Eu e meus "neurônios" ficamos minutos nessa discussão.
Hoje, no mesmo horário, eu quis aparecer lá. Com a quase certeza de que iria encontrá-lo. E adivinha quem estava sentado no mesmo lugar de ontem?! Ele mesmo. O até então misterioso rapaz. Que usava hoje um chapéu engraçado que deixou-o mais intelectual. Ele parecia ainda mais doce dessa vez. Impossível não se apaixonar! Percebi, no seu olhar que notava a minha presença e lembrava do meu rosto, já que também sentei no mesmo lugar. Porém, hoje, percebi uma coisa que ontem eu não havia reparado: ele usava uma aliança. Isso não me desanimou, aliás, eu sabia que não era o bastante para ele e não criei expectativas quanto a isso. Só queria conhecê-lo e bater um papo. O que acontecesse apartir daí, era pura e mera conseqüência.
Parecia tudo tão cinematográfico. Até agora não acredito.
Enfim... Ele fazia várias anotações com expressão absorta e preocupada, numa caderneta de couro marrom. Ao mesmo tempo, abria um livro e lia com tal atenção e interesse, que até a garçonete, quando lhe trouxe o café, cuidou para não perturbá-lo.
Qualquer idéia de uma eventual aproximação era desencorajada por uma espécie de constrangimento absoluto imposto pela concentração que ele lia ou escrevia. Quem cometeria a monstruosidade de interromper aquela concentração?
Houve a ameaça, apenas ameaça de duas ou três vezes - cheguei a elaborar planos de verdadeiras abordagens piratas a serem feitas na mesa dele -, mas, no último minuto, sempre me arrependia: surgia uma voz sensata lembrando, com muita lógica, que criaria uma situação embaraçosa. Era evidente: a aproximação seria certamente repelida pelo rapaz com encantadora cordialidade, porém combinada a uma firmeza intransponível - sempre restariam seqüelas: ele poderia até não se sentir mais à vontade para voltar ao local. Já pensou se ele me abandona totalmente? (Como se eu fosse alguém na vida dele, droga!). E aquele temor de que pudesse magoá-lo, na ânsia de tentar uma aproximação, ia me contendo.
Seu nome permaneceu ignorado. E quando eu já estava cansada de não saber, fiquei sabendo que era conhecido como "Antônio", em razão de um episódio fortuito. Uma vez, ele precisou usar o telefone e, na conversa rápida que teve, embora os meus ouvidos atentos, não foi possível captar nada ou quase nada. Consegui ouvir a primeira frase, a resposta dele, quando atenderem o telefone do outro lado da linha: "Alô, bom dia, aqui é o Antônio. Hã? Iiisso, Tavares.". Parecia seu sobrenome também, não sei ao certo.
Mas foi o suficiente para torná-lo próximo de mim. Saber como chamá-lo, já era um tesouro para alimentar a minha fantasia.
Ele lia um livro encadernado, de impenetrável capa escura, sem nenhuma palavra ou indicação na frente. O que será que ele está lendo? - me preocupava.
Seguramente era algo profundo e inquietante, pela expressão do leitor.
E o que ele escrevia naquela caderneta? Decerto um diário, anotações para algum ensaio que estava fazendo (ele tinha cara de ator), talvez um trabalho...
Ele se levantou. Certamente estava indo pagar a conta. Meu coração disparou e me senti pequena, minúscula, inútil. Foi quando ele parou e se virou. Voltou lentamente em direção à minha mesa.
Fique estática.
- Oi, tudo bem? - disse ele, revelando uma voz franca, quente e melodiosa que nunca ouvi antes, assim pronunciada diretamente.
Não conseguia falar. Estava assombrada. De perto ele aparentava ter uns 23 anos. E isso não era ruim. Ele era lindo!
- Estou me despedindo. Vou embora hoje. Não sou daqui, sou carioca, vim à trabalho. Gostei da cidade. Só achei o pessoal meio fechado. Posso fazer uma pergunta? Por que é que nesses dois dias que nos vimos, você não falou comigo? Pois eu percebi o jeito como me olhava - falou ele, incansavelmente.
Fiquei estarrecida, muda, invadida por um sofrimento indescritível. O que eu podia fazer?
- Te achei interessante. Diferente. E sabia que tu não era daqui. Não falei contigo porque tu estava concentrado na tua leitura, achei tão injusto te atrapalhar - tentei remediar, envergonhada, procurando palavras bonitas para não desapontá-lo.
- Também te achei interessante e com um brilho que nunca havia visto uma garota da sua idade - disse ele, com um sorriso.
Nessa hora, meus olhos brilharam mais ainda.
Ele olhou o relógio e fez uma expressão desolada:
- É, pena, não posso mais ficar. Meu ônibus sai às dez...
- Eu te levo até a rodoviária, pode ser? - falei com uma certa histeria, queria conversar mais com ele. Estávamos ali não havia 5 minutos.
- Melhor não - ele falou querendo me consolar.
- Tá bom. Mas... só mais uma pergunta: o que tu estava lendo? - falei com uma voz e expressão engraçada (bem conhecida por meus amigos).
- Ah, O Pequeno Príncipe e Novelas Escolhidas de Saint-Exupéry.
- E o que tu tanto anotava?
- Poemas. Eu escrevo poemas. Desculpa, mas tenho que ir. Adorei o café. Adorei o lugar. Adorei você, menina, apesar de não ter falado comigo no começo - disse como se eu já fosse uma amiga.
Ali na frente da padaria mesmo, nos despedimos. Ele me deu um beijo no rosto e disse que voltaria e que nos encontraríamos novamente. Ele me procuraria.
A sensação de que aquele momento era uma cena de filme me veio à cabeça mais uma vez.
Logo ele deu um aceno, virou-se e foi embora. Seus olhos brilhavam. Não tive dúvidas de que eram de cor violeta.

segunda-feira, abril 13, 2009

Ler é o melhor remédio.

Para buscar o conhecimento é necessário ler muito.
A leitura é o início da superação. É o atalho mais curto para conhecer melhor o nosso Eu superior.
O domínio da linguagem oral e escrita vem através da leitura. Tudo o que se lê fica guardado na memória. Não é como a informação repassada pela mídia, principalmente a televisada, que apenas passa pela mente.
Ler, ler e ler é o primeiro passo para que o ser humano consiga a superação. A leitura proporciona a expansão do imaginário, do intelecto. A pessoa consegue armazenar uma infinitude de vocábulos diferentes que vão facilitar-lhe a comunicação quando for usar a palavra como forma de persuadir uma ou várias pessoas. É a forma de trabalhar sempre no mental superior e fugir do mundo maiávico, ilusório. Por isso, não adianta falar em transformação sem leitura. É necessário, portanto, o incentivo à leitura, que está perdendo a batalha para a televisão, para o corre-corre diário, para a imagem e tantas outras formas de influência.
A criança, o jovem e o adulto, geralmente, lêem (não vou usar essa p**** de mudança ortográfica aqui, por enquanto) pouco. E como será que está o processo mental desta gente? Mais na busca do conhecimento ou navegando num mar de prazeres para o corpo físico e não para a alma? A resposta é um alerta àqueles que sabem que precisam fazer alguma coisa para reverter este quadro. Aos adultos e aos adolescentes fica mais fácil. Basta trabalhar a iniciativa, a vontade, de comprar um livro, por exemplo, agir, ou seja, lê-lo. Mas se for criança? Neste caso, o pai, a mãe, os avós ou qualquer ente da família é que devem incentivá-la. Afinal, o futuro está ou não na criança? Ela precisa ser motivada para a leitura a fim de se tornar um adolescente cheio de indagações e um adulto pronto para resolvê-las e ser feliz, para quando encarnar-se num outro ser, facilitar sua evolução, contribuindo para gerar novos conhecimentos em prol da humanidade, que busca nova identidade neste novo milênio.
Os responsáveis pela família precisam mostrar a criança a realidade do mundo externo e, ao mesmo tempo, estimular a leitura dentro de casa.
Quem não lê, pouco fala, pouco ouve e pouco vê, já dizia o ditado.
Obriga também a mudança radical dos hábitos e costumes da família. Será necessário, portanto, para este adulto, conseguir tempo para pensar e ter vontade de agir rapidamente. Percebeu? Vontade e ação novamente.
Mas... como fazer? Como mostrar para os pais a mudança? Administrar o tempo durante as vinte e quatro horas e treinamento diário para conseguir o objetivo. Esta é a resposta.
Outra coisa que poucos fazem é administrar o tempo para pensar. Apenas pensar na tua vida e em como tu tá vivendo. Pensar nos objetivos futuro e como alcançá-los.
Tempo para a leitura, para a meditação, para ouvir uma boa música (um bom Strokes e/ou Radiohead, como diria meu amigo Netto, hehe), alimento da alma.
Se o ser humano não começar a administrar as suas horas pode permanecer cego.
Também não adianta querer enxergar tudo isso e não começar a treinar para conseguir o hábito da mudança. O treinamento constante é que vai dar o hábito.

domingo, abril 12, 2009

Viagem ao mundo interior.

Deveríamos mudar atitudes, hábitos e valores para construir nossa individualidade. Sempre precisaremos repetir isto a nós mesmos. A iniciação é de dentro para fora, constituindo toda a essência do ser. Boa parte da comunidade (mundial) tem sua identidade marcada pelo consumismo e pelo modismo que os meios de comunicação sabem muito bem vender.
A comunicação da massa comprou parte do cérebro das pessoas e o aluga a quem bem entender.
A identidade pessoal sumiu.
O medo e a insegurança que paira no mundo, atrapalha e atrasa a evolução humana. A tão sonhada transformação individual inicia, impreterivelmente, por dois estágios ou etapas que devem ser compreendidas e desenvolvidas imediatamente pelo ser humano. A vontade para a tomada de iniciativa, para a mudança, e a ação ou o fazer acontecer são eles. Estas etapas são, sem dúvida, as mais difíceis de serem aceitas, entendidas e executadas no atual estágio de consciência dos seres humanos.
Mudar é agir, é buscar objetivo. Para isso é importante a iniciativa, a vontade de querer concretizar determinada ação que possa gerar benefícios para as pessoas.
Ação é movimento e necessita de um sujeito para realizá-la. Reside na pessoa e qualquer mudança deve partir dela. Enfim, a ação está intimamente ligada à vontade do agente. A transformação necessita que a pessoa desperte a vontade que, preguiçosamente (e bem, podemos dizer), se acomodou no seu interior.
O sujeito sabe que tem que agir para desencadear sua transformação interior, mas pode não ter a iniciativa de fazê-lo. Saber de tudo isso e ter que agir imediatamente, para que algo aconteça de verdade, é, talvez, o maior desafio do ser que começa a querer equilibrar-se.
Saber, eu sei, mas e agora? O que é que eu faço? Qual a luz? A luz interior tem sido ofuscada pelos holofotes do mundo exterior, com seus poderes atrativos que desviam nossa atração.
É no interior de cada um que reside a iniciativa de começar alguma mudança. A superação, o fazer, é o exercício da vontade.

segunda-feira, abril 06, 2009

Saudade.

As reminiscências do passado lhe vêm à mente como lenitivo para o momento de solidão pelo qual passa. A resposta de todas as perguntas lhe traz à memória a lembrança da sua partida. 
O tempo passa mas a saudade do teu cheiro, teu abraço, teu sorriso, tua companhia. 
Que saudade de quando você me acompanhava até em casa! 
 E para você desejo sorte! 

terça-feira, março 24, 2009

Saiba caminhar.

As lembranças do passado nada mais são do que lenitivos para amenizar as insanas doses de saudade que sentimos das pessoas que amamos ou de momentos que marcaram as nossas vidas, e que, por sinal, nunca haverão de me deixar deprimida e angustiada. Servem, na verdade, no meu íntimo, como uma força a mais para viver neste mundo conflitante e cheio de desigualdade social.
O discípulo deve buscar incansavelmente ser melhor do que o mestre (me refiro aos nossos pais ou superiores responsáveis) para que haja as transformações necessárias na humanidade. O passado nunca deve ser dor, tristeza. Deve sim, ser força. É transformar saudade em energia positiva para que possamos ganhar com as lembranças, com os momentos marcantes que nos trouxeram tristezas e alegrias.
Tenho medo do tempo. Ele está passando tão rápido que acabamos não percebendo esta dimensão e esquecemos de cumprir a missão de sermos ''semeadores do bem''. É aquela questão do ser humano não estar, atualmente, administrando o tempo como deveria e o quanto isso está prejudicando seu crescimento interior.
Enquanto não tivermos domínio de nosso tempo diário, estaremos propensos a aceitar tudo desta sociedade ambiciosa.

segunda-feira, março 23, 2009

Consciência, consequência, amor e sexo.

Precisamos equilibrar as nossas tendências negativas e as nossas tendências positivas para construirmos o novo estágio de consciência.
Este princípio é uma egrégora, espécie de nuvem de consciência, pela qual a emoção supera a razão, os prazeres e cobiças que ditam o ritmo evolutivo da nossa espécie. É deslumbrante este assunto porque faz a gente refletir sobre a nossa real missão. O importante, na realidade, é sair deste plano emocional desajustado, que está mais colado ao corpo físico do que ao espírito, e partir para a conquista da mente abstrata, inteligente. Com certeza, neste estágio mental temos lampejos de racionalidade para substituir os momentos de cobiça, de prazer, de medo e tantas outras coisas que acabam alimentando este momento emocional mal equilibrado.
É viver com a mente abstrata, com a inteligência superior, é fugir dos apelos materiais e tantos outros que fazem com que o corpo físico não cumpra sua real trajetória, que é a de agir para a mudança interior.
Estas respostas você encontrará somente dentro de você. E encontra.
O sentido da vida está dentro de nós mesmos. É o nosso sol interior que deve emitir a luz para as outras pessoas.
Alcançar a mente abstrata é tarefa muito difícil e até arriscaria dizer impossível de ser atingido por milhões de pessoas que ignoram esse conhecimento.
Fui considerada incompreendida, louca até, para as pessoas que não me conhecem diretamente.
Devemos soltar o que temos dentro de nós para atingirmos outros planos.
O que move, muitas vezes, as pessoas para situações obscuras, na vida é a falta de entendimento das questões que envolvem, desde os primórdios, a sexualidade humana. Não estou falando dos milhares de seres vivos do nosso planeta que têm o sexo exclusivamente como meio de continuidade da espécie, nem das pessoas que praticam sexo apenas por prazer.
Busca-se alucinadamente a alma gêmea. Na realidade, raras pessoas encontram de verdade sua contra-parte ou o seu gêmio espiritual. A própria expressão ''alma gêmea'' diz tudo. O sexo não deve ser apenas físico. Deve ser alma também. O verdadeiro amor, é o amor de alma, tendo no físico o complemento da tripla harmonia. É procurar encontrar, dentro do outro, aquilo que se busca para si mesmo, como fazendo parte da sua própria essência, antes de se entregar à volúpia da atração e beleza física.